Os modelos que ninguém pode escolher
Este serviço oferece 461 modelos de contador. A 25 de agosto de 2026 desenhou 24 285 imagens de contador, 22 985 das quais indicavam um modelo. Nesse dia apareceram trinta e nove modelos diferentes.
Vinte e cinco desses trinta e nove estão na galeria. Os outros catorze não são oferecidos em lado nenhum — e valem 18 509 das 22 985 imagens, ou seja, 80,5 %.
A cabeça da lista
| modelo | imagens nesse dia | bytes | na galeria |
| 30 | 8 645 | 3 167 | não |
| 17 | 4 476 | 43 | não |
| 26 | 4 048 | 3 731 | não |
| 48 | 3 024 | 17 798 | sim |
| 25 | 1 041 | 1 823 | não |
Quatro dos cinco primeiros não podem ser escolhidos hoje por ninguém que crie um contador. Juntos são 74,7 % de todas as imagens de contador que este serviço desenha.
Dos 461 modelos que são oferecidos, nesse dia foram pedidos 25 ao todo. Isso é 5,4 %.
O dos 43 bytes
O modelo 17 parecia à primeira vista uma avaria: 43 bytes, image/gif, exatamente o tamanho de um ponto transparente. O segundo modelo mais usado de todo o serviço e, ao que parece, não devolve nada.
Não devolve nada de propósito. O seu código-fonte tem quatro linhas e inclui img/1px.gif — é o contador invisível, para quem quer as estatísticas sem um emblema na página. Abrir o ficheiro esclareceu em dez segundos aquilo que a contagem de bytes fizera parecer alarmante.
Essa verificação era precisa justamente porque o mesmo erro já tinha sido cometido aqui, com outro ficheiro, e desmenti-lo custou setenta e cinco minutos de descarregamentos. Uma medição surpreendente é motivo para abrir o código, não uma descoberta.
Porque a galeria não os conhece
A galeria é construída a partir de uma lista de números de modelo. Estes modelos mais antigos nunca lhe foram acrescentados — são de 2012, continuam a desenhar-se, e nada chegou a ligar «este modelo existe» a «este modelo é oferecido». Dois deles têm até ficheiros de cache próprios, pelo que a certa altura foram considerados suficientemente importantes para um tratamento à parte.
Naquela tabela há ainda uma história de peso. O modelo mais usado custa 3 167 bytes. O modelo mais bem colocado que se pode realmente escolher custa 17 798 — 5,6 vezes mais por uma imagem que faz o mesmo trabalho.
O que daí se tira
A popularidade dos modelos foi sempre lida aqui a partir de uma coluna da linha do contador. Essa coluna regista o que foi escolhido uma vez, talvez há anos, talvez nunca alterado. Não regista o que é desenhado. O registo regista, e o registo diz coisa muito diferente: quatro quintos do trabalho diário deste serviço vão para imagens que a um novo utilizador nem sequer são mostradas.